Sexta-feira, 24 de Dezembro de 2004

É Natal!!!

Era só pra desejar um Bom Natal e um Feliz Ano Novo a todos os nossos leitores, e também para pedir desculpa por não ter colocado a 2ª parte das aventuras de um universitário, mas é que ando sem inspiração, num daqueles momentos em que o nosso lado mais preguiçoso vem tomar conta de nós =P quem sabe o Pai Natal não me traz um pouco de inspiração este Natal ... HO HO HO ... pronto, não ... não teve muita piada, pois não? esqueçam.

Feliz Natal
publicado por Toni, o Primeiro às 12:25

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Segunda-feira, 13 de Dezembro de 2004

Sobre o Natal, essa altura tão festiva...

Nestes dias de Natal ficamos todos mais nostálgicos e sensíveis e é normal termos lembranças dos nossos Natais de infância, e do pai que vestido de Pai Natal tropeça nas suas collants quando nos vem entregar o presente, caindo desamparado sobre nós... ah desculpem essas recordações são minhas... Mas uma das coisas que me veio à memória num destes dias foi uma música inventada pelo meu irmão que muito tem de Toni, e que não sabendo bem porquê nunca consegui esquecer... É cantada ao som da música Noite Feliz, como podem reparar:

Noite Infeliz,
Noite Infeliz,
Caiu um anjinho
E partiu o nariz
Veio o Menino e sentiu-se feliz
Por o Anjinho ter Partido o Nariz

É preciso ter azaaaaar.
É preciso ter azar.

Estatelado no Chão
E sem as asinhas
Que confusão
Onde estão as perninhas?
Tudo por causa de o terem empurrado
Caiu no chão todo estatelado

É preciso ter azaaaaaaaaar
É preciso ter azar.

Mas isto é mais uma curiosidade Toni do que outra coisa... O que eu queria realmente falar era sobre aquela parte feliz do Natal: As Prendas... Antes de mais quero deixar aqui um comentário. Todas as pessoas dizem que o Natal se está a tornar com o desenrolar dos anos, cada vez mais Materialista. Mas não sei se já pensaram que é a mesma sociedade que protesta com o materialismo, que o estimula! Senão vejamos: para um trabalhador qualquer (legalizado quero dizer...) uma das coisas que caracterizam o período Natalício é o Bónus de Férias, isto é, mais uma soma de dinheiro, normalmente igual ao ordenado mensal (julgo eu que ainda não sou trabalhador), que é dada nesse mês. Desde quando é que isto não é um apelo ao consumismo???? Dá-se mais dinheiro como recompensa, tudo bem, mas se o objectivo fosse só realçar a altura e o espírito da altura, porque é que o Bónus não é dado noutra forma que não a do dinheiro? Sei lá, tipo uma jantarada enorme, ou o equivalente ao dinheiro em Férias, descontar-se esse dinheiro em horas de trabalho... Qualquer coisa! MAS NÃO DÁ-SE MAIS DINHEIRO AINDA! Porquê? Para que as pessoas possam comprar mais prendas....

Mas voltando às Prendas e os seus eternos dilemas... Eu sinceramente nisso sou bastante prático mas vejo que uma parte das pessoas, e desculpem o machismo, TODAS AS MULHERES têm quantificáveis problemas para escolher as prendas! "Vou levar azul... não ela gosta mais do amarelo... mas o azul dá-lhe com aqueles sapatos que ela usa muito... mas ali na loja ao lado está um igual vermelho com um preço dois cêntimos mais barato..." PAH QUE É ISTO? E pior ainda, as horas e horas e horas, perdidas a segui-las de loja para loja a experimentarem tudo e mais alguma coisa, pondo defeitos como "ah com isto pareço um centímetro mais gorda... esta risca é mais grossa que aquela ali atrás no vestido... ah está aqui um fio solto esta loja é de má qualidade aqui não compro mais nada" tudo isto decidido após uma eternidade passada na mesma loja....... E depois é aquela coisa do que as pessoas podem pensar se receberem certa prenda e que se tem de ter sempre em conta para não causar problemas... Por exemplo: não se deve oferecer dinheiro às pessoas porque parece mal, oferecer notas ou assim, mas se se oferecer vales da Fnac, já não há problema nenhuma, está-se a facilitar a escolha à pessoa que recebe e assim.... QUAL É A DIFERENÇA? ALGUÉM ME EXPLICA? Para além de serem igualmente dinheiro só podem ser usados naquela loja específica... será das cores dos vales? do envelope que diz fnac? acho que nunca saberei...
publicado por Toni, o Primeiro às 18:42

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Jogos de Computador VS Jogos Tradicionais (Parte 2)

Como prometido aqui está a tão ansiada (ou não…) sequela ao maravilhoso (mais uma vez uma opinião extremamente subjectiva) artigo sobre Jogos de Computador e sua relação com os Jogos tão tradicionais que todos, durante a nossa infância, praticámos tão entusiasticamente. Espero que este trabalho tenha valido a pena e que portanto, muito sucintamente gostem do artigo e o comentem…

Um Género famosíssimo no mundo dos videojogos, popularizado essencialmente pelas editoras nipónicas e americanas é o RPG, ou seja, Role Playing Game, o que traduzido mais ou menos à letra dá jogo onde se interpreta um guião. Esta denominação que vos pode parecer estranha (RPG? RPG? Que raio de estrangeirice é essa?), se calhar até conhecem se vos disser que é mundialmente famoso por jogos como a saga Final Fantasy, Kingdom Hearts, Lord of The Rings, World of Warcraft, City of Heroes, Ragnarok Online etc… Para quem ainda está no: “RP quê?” e estes jogos não lhe dizem absolutamente nada, digamos que são jogos onde encarnamos uma personagem inicial e decidimos todas as suas acções, as quais determinam o futuro da personagem e o desenrolar da história, é também ligeiramente característico de alguns destes jogos, os combates em formato de Rounds, onde primeiro ataca uma personagem depois o inimigo, depois outra personagem e assim por diante. Perante isto, digam-me se não tenho absoluta razão (e mesmo que digam que não, eu sinceramente não vou ligar muito e continuarei com o meu raciocínio por mais absurdo que seja, porque neste mundo que é o Blog nós TONIS somos os donos da razão… até chegar um Toni maior e nos dar na cabeça é claro) que todo este género não passa de uma cópia do famosíssimo Corredor da Morte! Senão vejamos: enquanto fazemos parte do corredor, cada acção que tomamos, cada pancada de diferente intensidade que damos determina a acção de todos os outros quando formos nós a correr, a probabilidade de sermos vistos pelo que correu, a hipótese de os outros membros do corredor fazerem com que sejamos apanhado e tantos outros factores… E não funciona também por Rounds toda a “porrada” dada após o “STOP!!”? Primeiro dá um, o do meio vira-se, dá o outro, vira-se de novo, dá mais um e assim por diante, até que um otário se arme em bom e tente uma manobra mais ousada e TAU seja apanhado! Como vêem isto está tudo coesamente interligado e fabulosamente argumentado……..

O último género de jogo que vos apresento, é provavelmente o mais apetecível, o mais conhecido, o mais “downloadado”, o mais produzido, mais editado, menos original e menos retocado de sempre, e mesmo assim o mais comprado: os Jogos de carácter Pornográfico. Quem é que nunca jogou o Lula’s sexy empire, o Strip Poker, o Engate, o Write it Fast and i’ll Strip it Slow (bastante real este jogo online… boas horas passadas a treinar a velocidade de escrita) ou mesmo a Erotica School. Em base estes jogos, que representam uma boa fasquia do mercado Virtual, baseiam-se ou no engate de maravilhosas babes que lentamente desnudam seus volumosos seios e outras partes íntimas de grande apreço, essencialmente constituídas por polímeros sintéticos (para maior durabilidade pois é claro), ou a criação de um império da indústria pornográfica e mesmo a execução de tarefas banais com a recompensa em forma de acções muito, dando ênfase ao muito, sugestivas. Perante este género surgiu-me um difícil desafio, pois pornografias são coisas que não são muito comuns das brincadeiras infantis, e portanto dos jogos Tradicionais que em parte são direccionados para estas. Foi então que num impulso de inteligência e inspiração me surgiu um jogo tradicional que está intimamente ligado com este género de vídeo-jogos: o Bate-Pé. Quem não passou largas horas a correr atrás das miúdas ou fugindo delas tentando descobrir o código dos dedos e perseguindo sempre a mais boazinha tentando lhe sacar um Beijo ou um apalpão, e até naqueles jogos mais manhoso, poder-lhe tocar em certas partes mais voluptosas? Que diferença tem isso destes jogos? Nunca ninguém saberá…

Bem e mais um Artigo de baixo nível é verdade, mas melhores tempos virão… Fiquem bem… Para finalizar deixo-vos a comentário um pequeno raciocínio lógico que magnificamente foi iniciado numa série qualquer que dá na Sic Mulher (PASSEI RAPIDAMENTE EM ZAPPING TENHAM CALMA OK?): Parte da Evolução dá-se por selecção Natural e isso é indiscutível. Ora os partos na pré-história eram muito difíceis e grande parte das mulheres morriam durante o parto. Face a este problema, a Natureza teve de desenvolver um meio de evitar a grande quantidade de partos que gerava estas mortes. Para isso, diminuiu as zonas erógenas da mulher, fazendo-a sentir menos prazer durante o acto e consequentemente ter menor vontade de o fazer diminuindo a probabilidade de engravidar. Hoje em dia, no entanto, o Parto já não é tão mortal como outrora, e portanto tal selecção por parte da natureza já não é necessária. Para além disso, é senão lógico, natural que as mulheres que sintam mais prazer, queiram praticar o acto mais frequentemente e consequentemente tenham mais probabilidade de engravidar. Assim de novo pela lógica da selecção natural, a mulher cada vez sentirá mais prazer no acto sexual. Isto não é só um raciocínio, pois já foi comprovado que em comparação com dados de há umas décadas atrás, os clítoris das mulheres actuais têm um tamanho muito superior sendo igualmente mais sensíveis e susceptíveis de serem estimulados.

Agora a minha pergunta é: AONDE É QUE ELAS ANDAM!???

P.S. - Se desejarem ser notificados de cada vez que um novo artigo seja posto no Blog deixem em comentário o vosso e-mail ou enviem um e-mail para johnymoreira@iol.pt exprimindo esse desejo.
publicado por Toni, o Primeiro às 18:34

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Sexta-feira, 10 de Dezembro de 2004

aventuras de um universitário – parte 1: a caminho da universidade

Após um pequeno afastamento (pequeno!?) do mundo blogista e de discussões fogosas e que quase levaram a porrada (“xiii toni 2 … também tás a exagerar!” … yah, pois tou, mas é pra dar um ar mais agressivo =P) com leitores (esta parte não é suposta acontecer, pelo menos muito frequentemente =P), estou de volta, desta vez para iniciar algo que quase dava um livro: as aventuras de um universitário. Por agora fica só a primeira parte (sim, porque se metesse tudo de uma vez ficava grande demais e vocês só cá vinham ao blog uma vez, e ficavam logo fartos do blog do toni; se estiver dividido têm que cá vir ao blog mais vezes pra ler o resto das aventuras e assim ganhamos mais votos =P).


Como qualquer pessoa normal (por normal entenda-se deste mundo, do planeta Terra) tenho que me deslocar de minha casa à faculdade (já não com qualquer pessoa normal, mas como qualquer universitário) e, como qualquer universitário digno desse título, tenho que fazê-lo por meio de transportes públicos (sim … porque isso de ir de carrinho pra faculdade é coisa de universitário já muito avançado, do tipo que devia estar a acabar o curso mas que ainda tem análise matemática 1 ou 2 por fazer, ou então de gajo que tem uns pais que não se importam que o carro volte à garagem com um risco – ou muitos – a mais do que quando saiu).


Ora, toda (ou quase toda) a gente já deve ter andado de transportes públicos. Qual é a grande característica comum à maioria dos transportes públicos? Não, não é o facto de levar muitas pessoas … isso é secundário! A grande característica dos transportes públicos é que nunca cumprem os horários. Chegam sempre mais tarde do que a hora indicada. Demoram sempre uma eternidade a chegar ao destino. Se sabem que não cumprem os horários (ou que não os costumam cumprir), pra que é que dão papelinhos com os horários todos certinhos, que ainda por cima no fim dizem “NOTA: o motorista fará os possíveis para cumprir os horários, e os tempos indicados dependem da intensidade do trânsito”. Pra isso mais valia porem: “NOTA: Você é um parvo que não se pode se pensa que vai chegar a horas ao seu destino. Devia ter-se levantado mais cedo da cama e ter apanhado o comboio das 5h30m! Obrigado, e volte sempre a usar os nossos serviços de transportes porque nós gostamos que gaste o seu dinheiro connosco.”


            Outra coisa muito característica dos transportes públicos é, por muito que não se queria, ficar-se a saber da vida de toda a gente ou do que aconteceu na novela durante a semana. Há sempre aquela velhota que começa a contar à pessoa do lado (mesmo que não esteja ninguém ao lado dela) que quando era mais nova esta terra era diferente, ou que aquela terra era muito mais calma e havia menos assaltos, ou que agora o mundo está de pernas para o ar e que ainda na semana passada a filha teve um filho e ela teve que ir ao hospital fazer uma hemodiálise e tratar da perna porque teve um acidente quando estava a lavar os dentes. Por vezes, se se for mesmo “sortudo”, ainda se apanha com um daqueles maluquinhos (coitados :\) ou bêbedos (também coitados, mas menos que os primeiros :\ porque são daqueles que não se controlam e que por volta da hora do pequeno almoço já tão à porta da “Tasca do Manel” e já levam o motor bem aquecido com uns copitos de vinho do porto que estava lá em casa escondido entre a garrafa de champanhe da passagem de ano anterior e a de rum) que começam a pregar no autocarro como se estivessem na rua, a dizer coisas do tipo: “A culpa é da Juventude de hoje em dia!” ou “Estas gerações mais novas de hoje em dia são uma merda e só fazem merda!” ou ainda “A culpa é tua! Sim, tua! Sim, sim! Estou a falar contigo!”. Com ainda um pouco mais de sorte apanha-se as tais pessoas que contam a novela toda ou que passam a vida a falar mal da vizinha, mas assim que ela entra no autocarro a cumprimentam como se fosse uma irmã ou irmão há muito tempo desaparecido. Pior mesmo é ouvir as pitas (sim, pitas, miúdas novinhas, under 13 … e não me venham com essa de “ahhh mas também há pitos!” … pois há, mas eles falam menos entre si nos transportes públicos, e quando falam é sobre PlayStation ou merdas do tipo “xiii! ontem saquei um ‘ganda’ headshot num gajo pahh … foguh ‘ganda’ headshot mesmo!!” ou ainda “xiii! viste a Cátia Vanessa!? tá mesmo boa … fdx … comia-a toda … era mesmo!”), que mal têm idade para saber o que é um rapaz e já rodaram pelo bairro todo, e que passam a viagem toda no autocarro a contar à pita amiga o quanto o Chico Zé lá da escola do 6º 21ª a faz sofrer e que queria passar o resto da vida com ele e que o acha um “ganda pão” e que curtia com ele se ele quisesse e merdas assim (conversa de pitas, basicamente).


            Uma coisa muito curiosa nos transportes públicos é que é um sítio muito propício a acidentes. Ou então sou só eu =P … mas acho que há mais acidentes num transporte público ou na estação/paragem, do que em casa (sem contar com aquelas vezes que se pega fogo à casa ou que se parte a jarra chinesa comprada nos 300’s que a mãe tanto adora e que acha que é a coisa mais valiosa que está em casa). Pronto … não há assim muitos mais acidentes. Pronto … nem sequer há mais acidentes do que em casa, mas a verdade é que são dos acidentes mais hilariantes por que um gajo passa, daqueles que na altura um gajo pensa que podia ter morrido ou uma coisa quase tão má, mas que depois dá vontade de rir. Acidentes do tipo estar a levantar-se e, de repente, o autocarro fazer uma “not-so-easy left” e, quando procura a barra pra se agarrar reparar que afinal ali não há barra e depois cair de boca ou cu no chão que é uma coisa parva e que toda a gente fica a olhar com cara de “ahhh … deve-se ter aleijado!”. Ou então acidentes do tipo ir-se a sair do metro ou do comboio e as portas começarem a fechar-se e, com medo de ficar dentro/fora da carruagem, começar a correr e tropeçar e cair de boca no chão, aos pés dum gajo que olha pra nós e que deve pensar “já que ai estás … podias engraxar-me os sapatos!”. Ou ainda situações que nos levariam pra um sitio bem mais calmo e melhor (não, não me estou a referir à própria cama,  nem ao hospital – hospital e melhor não combinam; algo bem pior … ou melhor, depende do ponto de vista de cada um) do tipo o autocarro passar a um yoctometro (pra quem não sabe, corresponde a 10 elevado a -24 metros) de nós, ou estarmos num sitio e mesmo no último yoctosegundo (acho que já perceberam a ideia) possível um amigo (sim, porque isto é que são amigos! melhor ainda, são uns heróis de verdade … super-homem? … isso é pra meninos! isto sim são heróis a sério, que não precisam da sua capa nem dos seus poderes especiais pra fazer o bem e salvar vidas =P) puxa-nos para fora da trajectória do autocarro conduzido por um “motorista que já deve ter sido piloto de formula 1” (comentário que às vezes se ouve as velhinhas dizerem quando o autocarro circula a 10km/h, mas que, só porque as fez abanar um pouco, já é rápido demais =P).


            Não podia deixar de referir os grandes, os únicos, os autênticos … motoristas. Esses Senhores, com S grande, são muito especiais, e com eles ou é 8 ou 80 … não há cá meio-termo. Ou se apanha com um daqueles que tem cara de “já devia era estar reformado e numa praia paradisíaca, mas com o que ganho não me posso reformar antes dos 90”, que nos chateiam a cabeça por tudo e por nada, porque o selo não está bem colado ou porque quando entrámos fizemos demasiada pressão sobre o degrau; ou então apanha-se daqueles que se está a cagar pra tudo e que está ali numa de tentar matar o maior número de pessoas de susto, fazendo aqui e ali umas curvas, usualmente designadas de perigosas ou mortais, a 120km/h, ou que trava a fundo só quando o vermelho cai e que faz toda a gente ir parar ao vidro frontal do veículo da frente.


            Podia falar sobre muitas mais coisas sobre os transportes públicos. Sobre a forma como as pessoas se colam umas às outras que parece que vão iniciar uma orgia e que NÃO RESPEITAM A MERDA DA DISTÂNCIA ACEITÁVEL ENTRE PESSOAS DESCONHECIDAS E SE COLAM QUE NEM LAPAS!!! (1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10 … Já passou! Pronto! Já tá todo … Ai! Já tá no ar outra vez … Peço desculpa! Estava a pensar noutra coisa =P).


            Pois, podia falar de muitas mais coisas, mas o artigo já tá um pouco extenso e não vos queria maçar muito mais. Tentarei publicar a 2ª parte na próxima semana, ou então só depois do dia 20, depende como correrem as coisas :\ Ao bom estilo de DB: “Não percam o próximo episódio porque nós também não!”


Fiquem bem e “toniem” muito … e com estilo! =P


 


P.S. – para os que de vós estão a pensar “ohh toni … falas destas coisas todas, mas parece-me a mim que és mas é um ‘ganda cusco’ e que ouves as conversas de toda a gente.” Acreditem que quando digo que se ouvem estas conversas, ouvem-se mesmo, quase chegando ao ponto do tipo do carro do lado ter que pôr o rádio no volume máximo pra se poder concentrar na música que ia a ouvir. É daquelas conversas que deviam era ter um poster afixado na porta do autocarro a dizer “Grande palestra sobre o Chico Zé, com Cátia Vanessa da Silva Lopes, Mariana Andreia Lopes da Silva, e com participação especial de Maria Josefina das Dores, que também dará um ‘cheirinho’ do que se passou na novela ‘Amo-te tanto que vamos fazer uma novela pra TVI’ ao longo deste mês”

publicado por Toni, o Primeiro às 14:33

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